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terça-feira, 11 de maio de 2010

Corselet em alta também no casamento!

Recentemente postamos um texto sobre corselet. E o sucesso deste post foi tamanho que hoje voltamos a falar dessa peça íntima tão elegante e sensual, só que desta vez compondo o look da estrela do casamento: a noiva!

O corselet aparece em vários tipos de vestidos e é uma ótima opção para as noivas que optam por um look que valorize a silhueta e o colo. E, se a intenção é desenhar mesmo a cintura vale a pena combinar a peça com uma saia bem volumosa e cheia de babados, pois o volume da parte de baixo do vestido acentua mais ainda o desenho silhueta.

Dá só uma olhada nessas opções de vestidos!



Mulheres que tem pouco busto podem optar pelo corselet com detalhes nos acabamentos.

O corselet ganha um toque imponente com a modelagem nobre feita de gazar e seda pura. O bolero rendado é uma opção discreta para usar na igreja.

Esse vestido faz uma composição perfeita entre o corselet, os laços, as texturas e a saia assimétrica, fazendo um mix lindíssimo de tecido nobres como tafetá e renda.

Fonte: Revista Manequim Noiva (dez/09)

domingo, 9 de maio de 2010

Dicas para escolher o vestido de noiva ideal para você!

Casamento é o dia da noiva. Não existem regras, protocolos ou convenções que não possam ser quebradas, se assim for o desejo dela. Mas nesse cenário, é regra estar linda e ser o centro das atenções e, para isso, alguns modelos de vestidos podem favorecer melhor o corpo.

A estilista e consultora de moda Maria Zeli ensina a escolher modelagens que vestem melhor altas, baixinhas, magrinhas e as cheinhas. "A beleza de um vestido deve ser atemporal, pois ele será lembrado a vida toda e registrado na memória da noiva e também em fotos e vídeos. Cada mulher tem tipo físico e personalidade inerentes a ela, então, cabe ao estilista orientá-la e criar um que seja exatamente o sonho dela", disse.

Confira as dicas da profissional:

Noivas baixinhas e magras
1) Prefira modelos com recorte abaixo do busto, o que alonga a silhueta, e as saias que vão ganhando leve volume.
2) Pequenas caudas ajudam a dar a impressão que a noiva é mais alta. Prefira as com cerca de 50 cm.
3) Modelos com gola alta e cava americana ficam bem para uma baixinha, desde que ela não tenha pescoço curto.
4) O decote tomara-que-caia, preferência da maioria das noivas, está liberado. Mas deve ser muito bem cortado e estruturado de maneira que dê segurança para a noiva.

Noivas baixinhas e gordinhas
1) Evite saias muito justas, com volume e muitos detalhes no corpo.
2) O modelo deve ser evasê, e recortes na lateral ajudam a alongar a silhueta.
3) Prefira vestidos de tecidos mais encorpados e sem muito brilho.
4) Mangas sequinhas escondem o volume dos braços, se a noiva se sentir incomodada com eles.
5) Decotes em forma de V ou U favorecem o busto e alongam a silhueta.
6) Modelos frente-única não ficam bem se a noiva tiver ombros muito largos.

Noivas altas e magras
1) Musselina, seda pura ou cetim de seda podem ser usados por quem quer fluidez na roupa e não precisa disfarçar gordurinhas.
2) Vestidos cortados na cintura com faixas e recortes podem ser usados e caem muito bem em silhuetas esguias.
3) Saias amplas com babados, sobreposições e recortes na horizontal servem para diminuir um pouco a silhueta, se este for o desejo da noiva.
4) Se ela tem pouco busto, deve escolher um modelo com drapeados, babados ou decotes com golas superpostas, pois essa estratégia aumenta e valoriza a região.

Noivas altas e fortes
1) Os modelos ideais são os de cintura baixa, que disfarçam o volume dos quadris, e saia com abertura média, não muito rodada.
2) Um decote tipo V favorece bem mulheres com essa silhueta.
3) O tomara-que-caia reto ou em forma de coração fica bem para todas, com exceção das que têm ombros caídos.
4) Para mulheres grandes, vale sempre o lema "menos é mais", por isso prefira vestidos sem muitos detalhes e volumes.
5) Prefira tecidos que tenham mais peso e não os esvoaçantes que deixam a silhueta mais ampla.
6) A noiva que desejar um vestido mais ajustado ao corpo deve escolher tecidos mais encorpados como zibelina e xantungue.

Texto original:
Terra
Foto: Luis Prado/Divulgação

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Corselet em Alta!

Como vimos a alguns dias no post “A História da Lingerie!” o corselet, peça íntima criada por volta do século XVI, foi a lingerie que mais valorizou o corpo feminino e foi também a lingerie que mais machucou as mulheres da época. Com as suas armações em madeira ou marfim eram peças íntimas usadas para marcar e afinar a cintura, além de valorizar os seios.

Após a Segunda Guerra Mundial, o corselet ganhou espaço, graças às criações de Christian Dior, que valorizavam as formas do busto e cintura fina. Mesmo nessa época, as peças ainda geravam um imenso desconforto ao serem usadas.

Coco Chanel até libertou as mulheres do aperto, mas ao longo das décadas o corselete sempre foi resgatado e deixou de ser uma peça de roupa íntima apenas e passou a fazer parte do guarda-roupa feminino, como uma peça para ser mostrada!

Hoje, com a evolução tecnológica e conseqüente evolução das lingeries, a indústria fornece ao mercado peças íntimas bem mais confortáveis e de vários tecidos, tamanhos, cores e modelos. E com isso os famosos corselets voltaram à tona e com tudo! As divas da música que o digam! Britney Spears, Lady GaGa, Victoria Beckham são alguns dos nomes que usam a peça de forma diferenciada, sexy e original.
Vejam só que luxo!

Britney Spears, Lady GaGa, Victoria Beckham

Madonna durante a turnê Blond Ambition, em 1990, com um corselete criado por Gaultier.

Por: Janine Guedes

Conjunto Base - Ref.: 389.026

R$ 60,00
Gentem, olha que luxo esse conjunto! Temos ele em vários tamanhos (P, M e G) e várias cores (base, roxo, branco e vinho)! Essa lingerie tem um tecido super bacana, bem levinho e macio, além de detalhes super elegantes como as rendas em duas cores (com a cor do conjunto e a cor preta) e os detalhes discretos e charmosos do tecido. Gostaram? É só entrar em contato conosco através do e-mail: valentinamodaintima@gmail.com e saiba como adiquirir o seu!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Afinal, vestir preto realmente emagrece????

Que a cor preta é uma das queridinhas da maioria das mulheres, ninguém duvida! Mas será mito ou verdade a voz corrente que diz (desde que nos entendemos por gente): "preto emagrece"!?

Definitivamente o preto não emagrece...esse mérito é da dieta balanceada, da malhação, das caminhadas, da moderação com os docinhos, etc, etc. A cor preta apenas dá a sensação de que a pessoa é menor. Isso ocorre porque o preto é introspectivo e por isso não interage tanto com o ambiente. Ao contrário das cores gritantes e até mesmo do branco, que chamam a atenção para o corpicho de quem as veste. O preto é discreto por natureza, portanto permite entradas e saídas sem maiores alardes, diferente das cores vibrantes.

As cores escuras de modo geral, como azul-marinho, cinza chumbo e marrom, entre outras, geralmente afinam a silhueta porque contraem visualmente. Se a ideia é amenizar os efeitos dos quilinhos a mais, super vale a pena apostar no estilo monocromático, e esquecer a "riqueza de informações", como por exemplo: muitos babados, tecidos duro e sem caimento suave e cortes muito enviesados. Então meninas, acertem na escolha dos acessórios e abusem do infalível pretinho báaaasico...

Afinal, como disse a brilhante Coco Chanel: "A simplicidade é a chave da verdadeira elegância". Sempre!!!

Por Gleide Pereira

domingo, 25 de abril de 2010

Use o Decote a Seu Favor!

Numa coisa, todas (e todos, claro!!!) concordamos: decote é tudo de bom!!! Sim, nada mais perfeito que um bom decote para dar um tom sexy ao look. Porém, como em tudo na vida, precisamos de alguns critérios na escolha do decote, para que ele seja nosso aliado e não um perigoso inimigo.

Pensando nisso, resolvemos dar umas diquinhas para que nossas queridas leitoras, amigas e clientes não caiam na armadilha do decote arrasa produção...hehehehe. Pra começar, existem quatro tipos básicos de decotes: em V, em U, redondo e o quadrado.

Se você tem seios grandes, o pulo do gato é acertar na escolha do sutiã. Escolha peças bem estruturadas e com um bom suporte. Prefira os decotes canoa e redondos, pois eles disfarçam o volume dos seios; evite os decotes em V e muito profundos porque eles podem passar a ideia de vulgaridade.

Mas, atenção! Decotes em V não são proibidos para os seios fartos, você só deve ter um cuidado a mais! Uma boa dica é usar uma blusa com decote quadrado por baixo, isso criará uma espécie de linha reta disfarçando o volume dos seios.

Para mulheres com seios médios, todos os tipos caem bem, só devem ter um cuidado especial com aqueles decotes muito profundos, pois eles podem mostrar mais que o "necessário". Um truque bem simples para saber se o decote está na medida, é olhar-se no espelho de ladinho e verificar o que está à mostra. Os decotes redondos e os modelos tomara-que-caia, também valorizam os seios tamanho M.

Se você tem seios pequenos comemore! Segundo especialistas, seios pequenos são sinônimo de bom caimento para qualquer tipo de roupa. Então, use e abuse de todos os tipos de decote, porque de modo geral, todos tem a função básica de valorizar o busto.

Então não esqueçam: acertando no decote, ganhamos charme extra e sensualidade na medida certa!

Por Gleide Pereira

terça-feira, 20 de abril de 2010

História da Lingerie!

A história da lingerie começa por volta do segundo milênio antes de Cristo. Em Creta, onde as mulheres usavam um corpete simples que sustentava a base do busto, projetando os seios nus.

Na Idade Média, surgiram os ancestrais do corselete e já no final da Idade Média, em torno do século XV, é que as mulheres nobres passaram a usar um largo cinto sob o busto que, além de sustentar os seios, faziam com que eles parecessem mais volumosos.

Do século XV ao XVI, a roupa íntima feminina ficou ainda mais rígida. É nesta época que surgiu o corps piqué, um corpete pespontado que apertava o ventre, afinava a cintura e deixava os seios com aspecto de cones. Esta peça era construída com uma haste, que muitas vezes era feita de madeira de buxo ou marfim. Havia, ainda, uma haste de metal central que, em alguns modelos, chegava a pesar até um quilo. No entanto, estes corpetes começaram a causar polêmica entre médicos esclarecidos, pois comprimiam órgãos internos, causando entrelaçamento de costelas e até a morte.


Somente no século XVIII é que as mulheres começam a respirar, literalmente, um pouco mais aliviadas. É que as hastes de madeira e metal foram substituídas pelas barbatanas de baleia. Os decotes aumentaram e os corseletes passaram a ser confeccionados para comprimir a base do busto, deixando os seios em evidência. Também foi nesta época que os corseletes ganharam sofisticação. Eram bem trabalhados com bordados, laços e tecidos adamascados. E, a partir de 1770, houve uma espécie de cruzada anti-espartilho. Médicos, escritores, filósofos militavam contra os corseletes.
Em 1832, o suíço Jean Werly abriu a primeira fábrica de espartilhos sem costuras. E, em 1840, foi lançado um modelo com um sistema de cordões elásticos. Isso permitia que a mulher pudesse, ela mesma, vestir e tirar a peça sozinha. Além do corselete, as roupas íntimas eram compostas por calças que chegavam até os joelhos, cheias de babadinhos.


A partir de 1900, o espartilho começou a se tornar mais flexível. Em 1904, a palavra soutien-gorge (sutiã) entrou no dicionário francês. E em 1913, Mary Phelps Jacob inventou o sutiã, vendendo a patente para a Warner Company. No ano seguinte, com o início da Primeira Guerra Mundial, a mulher teve que trabalhar nas fábricas. Isso fez com ela precisasse de uma nova lingerie que lhe permitisse movimentação. Por isso, o espartilho foi substituído pela cinta.

Nos anos 20, as roupas íntimas eram formadas por um conjunto de cintas, saiotes, calcinhas, combinações e espartilhos mais flexíveis. E a lingerie passou a ter outras cores, além do tradicional branco.
Em 1930, a Dunlop Company inventou um fio elástico muito fino, o látex. A roupa de baixo passou a ser fabricada em modelagens que respeitavam ainda mais a diversidade dos corpos femininos. E, a partir de 1938, a Du Pont de Nemours anunciou a descoberta do náilon. E as lingeries coloridas, finalmente, tornam-se bem populares.

Com o final da Segunda Guerra Mundial, o New Look do costureiro Dior, lançado em 1947, propunha a volta da elegância e dos volumes perdidos durante o período da guerra. Para acompanhar a nova silhueta proposta pelo costureiro, a lingerie precisava deixar o busto bem delineado e a cintura marcadíssima. Surgiram os sutiãs que deixavam os seios empinados e as cintas que escondiam a barriga e modelavam a cinturinha.

No final dos anos 50 e início dos 60, os fabricantes começaram a se interessar pelas consumidoras mais jovens. A Lycra foi lançada com sucesso, pois permitia os movimentos. A lingerie passou a ter diversos tipos de modelagens, embora, na maioria, ainda mantivesse os sutiãs estruturados.

No final dos anos 70 e início dos 80, a inspiração romântica tomou conta da moda. Cinta-liga, meias 7/8 e corseletes, sem a antiga modelagem claustrofóbica, voltaram à moda. Rendas, laços e tecidos delicados enfeitavam calcinhas e sutiãs.

Dos anos 90 até os dias de hoje, a lingerie, assim como a moda, não segue apenas um único estilo. A indústria de lingerie, por sua vez, elabora modelos cada vez mais sensuais e de materiais confortáveis. Transparências passaram a revelar belos soutiens e corseletes, usados até mesmo em ocasiões formais, reforçando que as roupas íntimas estão longe de servir apenas para manter a higiene e conforto das mulheres, mas sim para fazer parte da moda e do arsenal de sedução.


Fonte: Portal São Francisco

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Dicas para conservar sua lingerie

Gostou desse conjunto? Entre em contato conosco agora mesmo!

Em geral, as mulheres classificam suas roupas íntimas em duas categorias: aquelas consideradas do dia-a-dia, para uso cotidiano e aquelas para momentos especiais.

Independente da classificação de suas peças íntimas, aqui vão algumas dicas de como conservá-las com cara de novas por mais tempo:

  • Sutiãs e calcinhas nunca devem ir para a máquina de lavar; o aro metálico (no caso dos sutiãs) na centrífuga vai entortar, amassar, rasgar a peça e até sair do lugar. Prefira lavá-los à mão. Não esfregue com força, faça movimentos suaves como se fosse uma massagem.

  • Não use alvejantes, pois podem danificar a estrutura do tecido. Se as peças ficarem amareladas depois de muitas lavagens, faça uma solução com um pouco de bicabornato de sódio e água antes de lavá-las e deixe-as de molho por 20 minutos, aproximadamente.

  • Use água fria, que preserva a qualidade do tecido. A temperatura quente pode destruir as fibras, principalmente dos tecidos sintéticos.

  • Prefira sabões neutros e/ou produtos específicos para lavagem de lingeries. Não use sabonetes comuns, pois eles não possuem a ação desinfetante necessária à correta higienização das peças íntimas. Na hora de secar, coloque-as na sombra.

  • Guarde os sutiãs com os bojos invertidos, para não amassar.

  • Não deixe as peças de molho por muito tempo.

  • Não torça nunca. Apenas tire o excesso da água; se quiser apressar a secagem, enrole a peça numa toalha, apertando-a e deixe-a pendurada na sombra, pois o calor do sol pode tirar a luminosidade própria dos tecidos.

  • Não passe as lingeries a ferro. Os tecidos de boa qualidade dispensam o ferro elétrico. Porém, se julgar necessário, passe apenas a parte interna da calcinha forrada com tecido de algodão.

  • Cuidado ao manusear peças de rendas, tules e tecidos muito delicados, pois podem puxar fios com mais facilidade.

  • Lembre-se sempre: todas as peças de lingerie tem duas etiquetas - uma refere-se ao tamanho e a outra, aos cuidados. Leia atentamente e siga as recomendações, para manter a beleza e qualidade de sua lingerie.

  • E por fim, nunca compre um tamanho menor que o seu, o tensionamento da peça pode danificá-la. (Acredite! Muitas mulheres compram lingerie menor que o real).
Fontes: Minha Vida, Portal São Francisco

terça-feira, 13 de abril de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Autoexame da mama: você faz?

O autoexame da mama é um exame mensal que a mulher pode fazer em si mesma, para verificar a presença de câncer nos seios. Quando fizer o autoexame na mama, deve procurar por protuberâncias, ondulações, checar a espessura dos seios e liberação de líquidos pelo mamilo.

O autoexame não substitui a mamografia (a melhor forma de descobrir o câncer, que deve ser feita pelo menos a cada dois anos em mulheres entre 50 e 69 anos. E a partir dos 35 anos, anualmente), mas é um importante aliado na detecção precoce do câncer de mama.

Qual é a melhor hora para examinar os seios?

Examine seus seios uma vez por mês, no fim de seu período menstrual, quando seus seios normalmente já não estão mais sensíveis ou inchados. Se você já teve a menopausa ou teve histerectomia, examine seus seios no primeiro dia do mês ou quando achar melhor, uma vez por mês.


O autoexame nos seios consiste nos seguintes passos:

Primeiro passo:

Examine seus seios no chuveiro ou na banheira, pois as mãos escorregam mais facilmente quando a pele está molhada. Com seus dedos esticados, mova-os em toda a área de cada seio, procurando por protuberâncias, caroços duros e verifique a espessura.

Segundo passo:


Fique de pé em frente ao espelho e olhe os seios. Olhe primeiro com os braços esticados ao lado do corpo, depois com as mãos sobre a cabeça, depois com suas mãos na cintura apertando bem para que seus músculos do peito estejam flexionados. Procure por protuberâncias, diferenças em tamanho e formato e inchaço ou ondulações na pele. É normal os seios não serem exatamente iguais.

Terceiro Passo:
Examine seus seios com os dedos, enquanto estiver sentada ou de pé. Devagar e metodicamente aperte o seio com a mão oposta a ele. Com seus dedos esticados, trabalhe na direção circular ou em espiral, começando do mamilo e movendo gradativamente para fora.
Quarto Passo:

Deite e repita o terceiro passo. Coloque um pequeno travesseiro ou uma toalha enrolada atrás de seu ombro esquerdo e ponha o braço esquerdo atrás da cabeça. Isso distribui o tecido dos seios mais igualmente no tórax. Use sua mão direita para examinar o seio esquerdo, como no terceiro passo, e então inverta a posição e use a mão esquerda para examinar o seio direito. Sinta se existe algum caroço que não esteja presente na mesma área do outro seio.
Quinto passo:

Aperte o mamilo de cada seio gentilmente, entre o polegar e o dedo indicador. Fale para seu médico imediatamente, caso ocorra alguma descarga de fluido.

Se achar alguma protuberância, ondulação ou liberação de fluido durante o seu autoexame, vá ao médico o quanto antes. Não tenha medo. A maioria dos nódulos não é cancerosa, mas somente o médico poderá dar o diagnóstico.

domingo, 4 de abril de 2010

Conjunto Preto (Ref. 839.1013 - em detalhes)

Valor: R$ 49,90

Gostou? Entre em contato conosco e garanta o seu! Para as residentes em Salvador - Ba fazemos entrega em domicílio! Para mais informações: valentinamodaintima@gmail.com


Fotos: Argus Guedes