Pesquisar este blog
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador felicidade. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 5 de abril de 2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Aprenda a controlar o ciúme
Há quem diga que um pouquinho de ciúme não faz mal a ninguém. Alguns até afirmam que ele apimenta um relacionamento. O problema é quando o "pouquinho" perde a medida e vira uma rotina no namoro, casamento, família e até mesmo nas amizades, fazendo com que as pessoas envolvidas sofram por causa disso. Segundo Patrícia Ruschel Daudt, psicóloga clínica e terapeuta familiar, até certo ponto o ciúme é encarado como o "zelo do amor". "De alguma forma, o ciúme reafirma o desejo e a admiração pelo outro, mas quando ele acontece com muita freqüência e intensidade é sinal de que as coisas não vão bem com a própria pessoa ciumenta", afirma Patrícia. "O ciúme deixa de ser aceitável e se torna patológico quando existe a idéia de posse", explica a psicóloga. "Neste tipo de relação predomina a submissão e subjugação dos desejos do outro", acrescenta.
O escritor Ubiratan Rosa, autor do livro Mais Amor, Menos Ciúme, explica que o ciúme pode ser considerado um impulso egoístico, muitas vezes baseado em indícios imaginários, podendo chegar a uma intensidade capaz de conduzir crimes passionais. Para a psicóloga Kelen de Bernardi Pizol, é possível controlar o ciúme e só senti-lo em situações contextualizadas. "A pessoa deve se pôr no lugar do outro e pensar em como se sentiria se fosse tratada com tanta desconfiança, para decidir se vale a pena ou não demonstrar o ciúme", declara Kelen.
Para Ubiratan Rosa, "vencer o ciúme", "curar o ciúme", são forças de expressão. Segundo ele, o possível é a convivência inteligente com o ciúme e, para isso, a pessoa precisa ter boa vontade e criar estratégias para tentar aliviar os tormentos do zelo excessivo. "Caso o ciúme esteja fora de controle, prejudicando o relacionamento ou trazendo sofrimento e a pessoa tentou lidar com isso outras vezes, mas não obteve êxito, a psicoterapia é indicada e, no caso do ciúmes patológico, também medicação", acrescenta a psicóloga Kelen de Bernardi Pizol.
Atitudes que podem ajudar no controle do ciúme:
- Admitir que não está conseguindo ter controle sobre suas emoções
- Buscar ajuda de uma opinião imparcial no relacionamento, geralmente uma ajuda profissional - Manter o diálogo sempre presente na relação
- Ter a capacidade de se colocar no lugar do outro
- Respeitar os sentimentos e as diferenças do outro
- Ter auto-estima e não depender de uma outra pessoa para ter sua própria felicidade
- Ter a confiança como base de um relacionamento
O escritor Ubiratan Rosa, autor do livro Mais Amor, Menos Ciúme, explica que o ciúme pode ser considerado um impulso egoístico, muitas vezes baseado em indícios imaginários, podendo chegar a uma intensidade capaz de conduzir crimes passionais. Para a psicóloga Kelen de Bernardi Pizol, é possível controlar o ciúme e só senti-lo em situações contextualizadas. "A pessoa deve se pôr no lugar do outro e pensar em como se sentiria se fosse tratada com tanta desconfiança, para decidir se vale a pena ou não demonstrar o ciúme", declara Kelen.
Para Ubiratan Rosa, "vencer o ciúme", "curar o ciúme", são forças de expressão. Segundo ele, o possível é a convivência inteligente com o ciúme e, para isso, a pessoa precisa ter boa vontade e criar estratégias para tentar aliviar os tormentos do zelo excessivo. "Caso o ciúme esteja fora de controle, prejudicando o relacionamento ou trazendo sofrimento e a pessoa tentou lidar com isso outras vezes, mas não obteve êxito, a psicoterapia é indicada e, no caso do ciúmes patológico, também medicação", acrescenta a psicóloga Kelen de Bernardi Pizol.
Atitudes que podem ajudar no controle do ciúme:
- Admitir que não está conseguindo ter controle sobre suas emoções
- Buscar ajuda de uma opinião imparcial no relacionamento, geralmente uma ajuda profissional - Manter o diálogo sempre presente na relação
- Ter a capacidade de se colocar no lugar do outro
- Respeitar os sentimentos e as diferenças do outro
- Ter auto-estima e não depender de uma outra pessoa para ter sua própria felicidade
- Ter a confiança como base de um relacionamento
Texto original: Terra
segunda-feira, 8 de março de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)







